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Côn. José Geraldo
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Mariana,MG - Brasil

A busca da felicidade - 11/01/2018 - 19:01

Há uma passagem na Bíblia que mostra o caminho seguro para conquistar a alegria de viver. Acha-se nos Atos dos Apóstolos, lembrando que em Deus “vivemos, movemos e existimos” (Atos 17,28). Aquele que penetra fundo nesta verdade sabe que o Senhor guia a vida do ser racional e lhe deseja todo o bem. É preciso, porém, viver esta realidade maravilhosa para gozar eutimia completa. Todas as horas devem ficar iluminadas por esta realidade estupenda. Se o amor do Ser Supremo cerca sua criatura racional e a envolve, é infeliz somente quem duvida desta dileção extraordinária. Pela manhã é repetir com o salmista: “Senhor, tu és o meu refúgio e minha fortaleza, o meu Deus em quem confio” (Sl 91,2). Deste modo, fica abolido qualquer estado de depressão e infelicidade. Através do dia é preciso pensar nisto, criando a disposição de ser venturoso. Trata-se do hábito de captar o harmonioso concerto da natureza que vibra em tudo como uma lira, e isto, infalivelmente, conduz a uma vida amena, aprazível. Como ensinam os mestres em psicologia, “o homem é aquilo que ele pensa o dia inteiro”. Eis por que não se deve alimentar ideias derrotistas, deprimentes, nem colocar a riqueza em coisas externas, passageiras. É preciso deparar a felicidade  dentro de si mesmo através da uma sábia disciplina mental. Paz interior é questão de opção. É preciso então pedi-la a Deus com confiança e desejá-la para todos. A bem-aventurança pessoal resulta sempre da oração sincera feita ao Onipotente, demonstrando sinceramente o desejo profundo de possuir felicidade para si e para o próximo. Nada de ficar ruminando situações pavorosas, alarmantes, aterradoras. Estas levam ao fracasso à frustração. A vitória é o prêmio de um coração tranquilo. É sabedoria pensar em caminhos floridos e não áridos, repletos de pedregulhos. Dentro de cada um há muita nobreza, muita grandeza que podem ficar obnubiladas pelo negrume do pessimismo. Cumpre cultivar o entusiasmo, o júbilo de viver, jamais degustando o veneno de pensamentos destrutivos, desagradáveis, É necessário abolir atitudes  atrevidas, insolentes, ásperas. A doçura de palavras meigas flui do íntimo de quem está unido a Deus, fonte de toda contentamento. Então fica mais fácil lidar com pessoas complicadas que ostentam um gênio irascível ou desagradável. O primeiro passo é retribuir o mal com o bem e, em seguida, criar empatia com quem causa aborrecimento, pois é sabedoria pinçar o que os outros possuem de bom, tendo uma clara visão de seus talentos. Tudo isto e mais as preces fervorosas a Deus transformam qualquer indivíduo de caráter difícil e agressivo. Em pouco tempo as discórdias e os desentendimentos desaparecem. Não se trata de aprovar os erros alheios, mas de despertar no próximo valores espirituais, ajudando-o a ser mais cordial. Eis porque nunca se devem cultivar ressentimentos, mas superá-los com sabedoria, com gestos criadores de harmonia. O verdadeiro seguidor de Cristo precisa ser em tudo artesão da paz. O bem que alguém faz, a bondade que demonstra, o amor e os bons votos que proclama retornam infalivelmente multiplicados para os disseminadores de compreensão. Relações humanas harmoniosas exigem que se deseje aos outros o que se almeja para si mesmo. Tal o conselho bíblico a ser colocado em continuamente em prática: “Não faças aos outros o que não queres que eles te façam a ti” (Tb 4,15). Além disto, Jesus ensinou a rezar assim ao Pai: “Perdoai-nos as nossas ofensas assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido”. É preciso deixar que este fluxo de total anistia penetre lá no fundo do coração, afastando qualquer resquício de rancor. Reações maravilhosas surgem desta maneira na vida de quem sabe indultar o próximo. No instante em que se acolhe o amor e o difunde, liberta-se de uma série de pensamentos trevosos. Quem é compassivo abre caminhos luminosos para si e para as pessoas com quem convive. Então é repetir sempre esta prece: “Senhor, fazei de mim um instrumento da vossa paz. Onde houver ódio, que eu leve o amor; onde houver ofensa, que eu leve o perdão”. É, deste modo que se busca a felicidade’

 

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